Scott Dixon foi o mais rápido enquanto questões técnicas causaram atrasos no primeiro dia de testes abertos para as 500 Milhas de Indianápolis.

34 pilotos chegaram ao Indianapolis Motor Speedway na quarta-feira ansiosos para participar do primeiro dos dois dias de testes abertos planejados antes das 500 Milhas de Indianápolis do próximo mês. No entanto, o dia começou devagar devido a problemas de internet e comunicação no autódromo, o que representou uma questão de segurança e atrasou o início das atividades.
Foram necessárias mais de duas horas e meia até que os carros pudessem entrar na pista, o que atrasou o cronograma do restante do dia.
Uma hora extra foi adicionada ao final da programação para compensar o atraso. Quando o dia chegou ao fim, foi o “Homem de Gelo” Scott Dixon quem liderou a tabela de tempos.
O tempo mais rápido de Dixon foi concluído em 39.9677 segundos, com uma média de 225.182 MPH. Josef Newgarden ficou logo atrás, com a segunda volta mais rápida a 225.125 MPH. O bicampeão atual da Indy 500 parece estar com bom ritmo novamente este ano.
Takuma Sato marcou o terceiro melhor tempo após completar o Programa de Reciclagem obrigatório, seguido por Marcus Armstrong e Colton Herta.

No desempenho geral das equipes, Andretti Global e Meyer Shank Racing se destacaram, ambas colocando três pilotos entre os 10 primeiros — sinalizando um bom ponto de partida.
A Honda chamou atenção ao ter seus motores impulsionando nove dos 10 pilotos mais rápidos, embora se especule que a Chevy esteja segurando desempenho neste estágio de preparação.
Ao todo, foram completadas 2.805 voltas por todos os pilotos presentes no teste, com Robert Shwartzman completando 133 voltas sozinho.
Problemas mínimos
Alguns pilotos enfrentaram problemas com seus carros, embora quase exclusivamente de natureza mecânica. Jack Harvey foi o primeiro a parar na pista, apenas 10 minutos após a bandeira verde. Os pilotos retornam à pista nesta quinta-feira para o segundo e último dia de testes abertos, com as primeiras 2,5 horas dedicadas ao uso de pressão de turbo mais alta, que será permitida nas classificatórias.

