Fernando Alonso: F1 Moderno é Mais Fácil para o Corpo

Fernando Alonso: F1 Moderno é Mais Fácil para o Corpo

Fernando Alonso está prestes a alcançar seu 400º fim de semana de Grande Prêmio no próximo GP da Cidade do México, atribuindo sua incrível longevidade no auge do esporte à evolução dos carros de Fórmula 1, que se tornaram mais fáceis para o corpo. O bicampeão mundial de F1, aos 43 anos, reflete sobre sua carreira e sobre como a tecnologia tem facilitado sua permanência na competição ao longo de mais de duas décadas.

O Que Significa Alcançar 400 Corridas?

Alonso compartilhou sua visão sobre esse marco: “É uma conquista bacana. Obviamente, os campeonatos e vitórias são o que mais importam para nós, pilotos, mas isso mostra o meu amor pelo esporte e a disciplina que tive para competir em alto nível por mais de 20 anos. Não acho que somarei mais 400 corridas, mas espero fazer pelo menos mais 40 ou 50 nos próximos anos.”

O Segredo da Longevidade

Ao ser questionado sobre os segredos por trás de sua longevidade, Alonso explicou: “Acho que a F1 moderna é mais fácil para o corpo do que as eras anteriores. Claro, ainda é um grande desafio físico, mas a tecnologia mudou, tornando os carros mais confortáveis para os pilotos. Hoje, largamos com tanque cheio e precisamos poupar pneus e energia durante a corrida, então não estamos com o desempenho máximo por muito tempo. Isso torna a F1 menos exigente fisicamente.”

O Que Continua a Motivar Alonso

Alonso revelou que sua paixão pelo esporte permanece forte: “Amo a F1 tanto quanto antes. Continuo buscando sempre aquele 1% extra para melhorar. O projeto que temos na Aston Martin é empolgante, e com a nova era de regulamentos chegando em 2026, surgirão novas oportunidades.”

Lições Aprendidas na Carreira

Alonso também compartilhou algumas das lições mais importantes que aprendeu ao longo de sua carreira: “Aprendi a não me deixar levar demais pelos resultados, sejam eles bons ou ruins. O ritmo da F1 é tão acelerado que não há tempo para olhar para trás. É fundamental ter uma grande equipe ao seu redor, pois, sem isso, eu não teria alcançado o sucesso que tive.”

Desafios do GP do México

Sobre o GP da Cidade do México, Alonso destacou o impacto da altitude elevada: “A altitude alta significa que há menos oxigênio disponível, o que faz com que nossos corpos trabalhem mais. Para o carro, a menor densidade do ar reduz o arrasto, mas também diminui a força aerodinâmica, exigindo ajustes significativos no desempenho”.

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