
A Ferrari busca ganhos de energia e reequilíbrio antes do GP do Japão.
A Ferrari chega a Suzuka com um objetivo claro: extrair o máximo do SF-26 e diminuir a diferença para a Mercedes.
Após duas corridas , a equipe italiana retornou a Maranello para uma análise detalhada.
O foco agora se volta para a gestão de energia e o equilíbrio aerodinâmico, duas áreas que podem definir seu desempenho no GP do Japão.
Suzuka apresenta um novo desafio. Seu traçado difere das rodadas iniciais, enquanto o recapeamento completo e as temperaturas mais baixas adicionam incerteza.
Gerenciar a recuperação de baterias será fundamental, embora não tão extremo quanto em Melbourne.
A análise inicial da Ferrari é promissora. Mas a equipe ainda não possui um parâmetro de comparação real com sua principal rival, a Mercedes.
O contraste entre os dois carros permanece evidente. A Ferrari se destaca nos aspectos técnicos.
A Mercedes ganha terreno nas retas, onde sua unidade de potência oferece um desempenho superior em altas rotações e uma recuperação de energia mais eficiente.
A equipe alemã consegue recarregar suas baterias com menos perda de velocidade — uma vantagem crucial em uma volta.
A Ferrari não está tentando copiar essa abordagem. Em vez disso, está reforçando seu próprio conceito.
Os engenheiros estão trabalhando para melhorar a forma como a energia é distribuída ao longo da volta, especialmente nas curvas mais lentas e nas fases de transição.
Uma das soluções em avaliação envolve o uso de marchas mais baixas para manter a rotação do motor alta e aumentar a geração de energia.
A unidade de potência ainda tem potencial inexplorado. A Ferrari acredita que ainda não encontrou a configuração ideal para extrair o máximo desempenho.

