
A Formula 1 está monitorando de perto quatro Grandes Prêmios no Oriente Médio à medida que aumentam as tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, com as etapas do Grande Prêmio do Bahrein e do Grande Prêmio da Arábia Saudita surgindo como as preocupações mais imediatas no calendário de 2026.
De acordo com vários relatos no início de março de 2026, a situação está sendo tratada internamente como uma questão operacional ativa, e não como um planejamento rotineiro de evento, com segurança, seguros e logística sob revisão.
O Grande Prêmio do Bahrein, marcado para 12 de abril, é considerado altamente exposto devido à sua proximidade com a zona de conflito. A Pirelli já cancelou um teste de pneus programado no país, enquanto relatos indicam que ocorreram ataques ligados ao Irã perto de áreas que poderiam ser utilizadas por membros do paddock.
Uma semana depois, o Grande Prêmio da Arábia Saudita, em 19 de abril, também está sob análise, considerando sua localização regional e o fato de acontecer imediatamente após a etapa do Bahrein.
O Grande Prêmio do Catar, em novembro, e o Grande Prêmio de Abu Dhabi, que encerra a temporada em dezembro, não estão sob ameaça imediata, mas podem ser impactados caso a instabilidade persista no longo prazo.
A Fédération Internationale de l’Automobile e a Fórmula 1 estariam monitorando ativamente a situação,
tendo como principal consideração a segurança e o bem-estar do pessoal das equipes.
No momento, as próximas corridas na Austrália, China e Japão não são consideradas sob risco imediato.
No entanto, o impacto mais amplo do conflito já está sendo sentido. O fechamento de espaços aéreos e a interrupção de rotas marítimas estão afetando tanto o deslocamento de pessoal quanto o transporte de cargas. As equipes começaram a redirecionar voos para evitar determinados corredores, resultando em tempos de trânsito mais longos e aumento de custos.
Monitoramento ativo e planejamento de contingência 

