Max Verstappen elogiado por lenda da F1 por sua estratégia de corrida “egoísta”.

Max Verstappen elogiado por lenda da F1 por sua estratégia de corrida “egoísta”.

O ex -piloto de Fórmula 1 Juan Pablo Montoya classificou Max Verstappen como “egoísta” por sua estratégia de pilotagem durante as disputas.

Verstappen continua sendo uma das figuras mais controversas da F1 quando se trata de ultrapassagens na pista, sendo o tetracampeão mundial conhecido por sua agressividade e espírito competitivo.

Miami não foi diferente, com o holandês envolvido em uma disputa acirrada com a Williams de Carlos Sainz, que estava insatisfeito com a pilotagem de Verstappen.

Montoya, conhecido por sua franqueza, defendeu a estratégia de Verstappen na pista, acreditando que era a correta.

“Eu acordava e pensava em como podia dar uma surra em todo mundo, você tem que ser egoísta”, disse Montoya no podcast Chequered Flag da BBC com Damon Hill.

“Sabe, para mim, é chocante. Você olha para eles [os pilotos de F1], todos jogam padel juntos, são muito amigos e jantam juntos.”

“Mas é por isso que Max é bom, porque ele não entra no jogo.”

Montoya também descartou as sugestões de que as amizades no grid afetariam o desempenho de Verstappen nas corridas, mostrando-se incrédulo com a ideia.

“Então você vai me dizer que quando o Max for cortado [por Gabriel Bortoleto], ele vai dizer: ‘Não vou mergulhar de cabeça e te jogar contra a parede como faço com todo mundo’? Ah, fala sério!”

Montoya então se voltou contra George Russell, acreditando que seu companheiro de equipe, Kimi Antonelli, faria de tudo para derrotar o britânico no Canadá, uma pista que Russell admitiu não ser uma de suas favoritas.

“Eu participei do F1TV, e eles diziam: ‘George sabe que Miami não é um bom lugar para ele. O Canadá é o melhor lugar para ele’.”

“Se eu fosse a Kimi, sairia em busca de sangue. Meu Deus, se eu saísse em busca de sangue…”

“Por exemplo, para mim, quando tive o Ralf [Schumacher] como companheiro de equipe, eu sabia o quanto ir bem na Alemanha significava para ele.”

“Então, se o vencermos na Alemanha, mesmo que seja por um milésimo de segundo, já é ouro, meu bem.”

Hill então comentou sobre jogos mentais, afirmando que “está tudo na mente”. Montoya, por sua vez, declarou: “É dinheiro. É simplesmente muito bom. Honestamente, é como pegar aquela faquinha e girá-la lá dentro.”

A visão de Montoya sobre a mentalidade de Verstappen revela uma perspectiva diferente das manobras do holandês na pista e da brutalidade da relação entre companheiros de equipe na Fórmula 1.

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